quarta-feira, 8 de julho de 2026

Quem era o policial civil Carlos Alberto Freire Neto, morto em ataque covarde da 'Tropa do Coronel' em frente ao Muquiço, em Guadalupe


 O inspetor da Polícia Civil Carlos Alberto Freire Neto, morto nesta quarta-feira (8) durante um ataque em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, tinha 35 anos, era casado, pai de dois filhos e havia ingressado na corporação havia pouco mais de dois anos, em em dezembro de 2023.

Desde maio deste ano, estava lotado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), unidade especializada na investigação de assassinatos e uma das mais estratégicas da instituição.

Na manhã desta quarta, ele e outros três policiais seguiam em um carro descaracterizado para uma ação de reconhecimento na região da Favela do Muquiço.




Segundo a Polícia Civil, a equipe levantava informações para cumprir um mandado judicial quando foi surpreendida por criminosos armados, que abriram fogo contra o veículo.

Carlos Alberto foi atingido na cabeça. Ele chegou a ser socorrido em estado gravíssimo para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no início da tarde.

Juliele Brandt, outra policial que também estava no carro, foi baleada na perna e permanece internada em estado estável. Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Civil lamentou a morte do inspetor e destacou sua atuação na corporação. Após a emboscada, centenas de policiais civis foram mobilizados para uma operação na comunidade do Muquiço. Escolas e unidades de saúde da região precisaram interromper o funcionamento por questões de segurança. Quatro suspeitos foram presos.

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