
'Cheio de Ódio' e Wallace
O criminoso que foi condenado a 39 anos e quatro meses pelo latrocínio do policial civil da CORE João Pedro Marquini Santana Wallace Andrade de Oliveira, havia sido arregimentado no dia do crime por um traficante do Comando Vermelho conhecido como Cheio de Ódio (já falecido) para matar milicianos na Zona Oeste do Rio sob a promessa de recompensa financeira no valor de mil reais.
Wallace foi chamado em razão de seu histórico com roubos e outros crimes.
O bando envolvido na morte de Marquini tinha acabado de atacar as comunidades de Antares e do Rola, em Santa Cruz, dominadas por milicianos.
O objetivo era matar dois paramilitares vulgos Ju e Cocão, que estavam na contenção. Na fuga, ocorreu o crime pois os bandidos queriam trocar de carro.
Cheio de Ódio disponibilizou para o grupo um automóvel Chery Tiggo e os fuzis para atacar os rivais.
Então chefe da comunidade Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, na Zona Sul, Cheio de Ódio” decidiu atacar as comunidades em Santa Cruz a fim de enfraquecer a milícia e posteriormente retomar a favela pro Comando Vermelho.
Após o planejamento, o grupo, que foi chamado pela Justiça de mercenários, fortemente armado no veículo Chery Tiggo, saiu no dia 30 de março de 2025, da comunidade dos Tabajaras com direção à Zona Oeste,

Antônio Augusto D´Ângelo
Um dos idealizadores da trama, Antônio Augusto D´Ângelo da Fonseca acompanhou o desdobramento da empreitada criminosa pela internet e redes sociais.
Após a ação criminosa, Antônio Augusto ganhou relevância na associação criminosa, passando a andar armado com fuzil e a ser homem de confiança de “Cheio de Ódio”.
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