segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Pará : Irmã diz que influenciadora morta só respondia por "arma e droga" e descarta participação em morte de PM

 


A irmã de Evelyn Dantas, a influenciadora investigada por envolvimento na morte de um policial militar, assassinada na última semana, usou as redes sociais para defender a irmã: “ela só respondia por droga e arma”, disse em vídeo. 





“Minha irmã respondia processo por arma e droga, mas sempre quiseram jogar ‘homicídio’ para cima da minha irmã”, diz a mulher, justificando que a irmã não participou da morte do sargento de Mãe do Rio e foi processada “apenas” por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

“A gente conseguiu provar que não era ela. Mesmo assim tiraram a vida da minha irmã”, afirma a irmã de Evelyn, sem, contudo, apresentar qualquer documento sobre o caso. A “influenciadora” foi morta a tiros na frente de casa, dias após ser liberada para cumprir medidas cautelares. 




Antes da execução, ela teria recebido o alerta de um comparsa para fugir para o estado do Rio de Janeiro e se abrigar na Penha, base operacional do Comando Vermelho, facção que Evelyn estaria envolvida. 

“Liberdade cantou, como tá a visão?”, teria perguntado Evelyn ao homem. “Tá esperta na tua área? Os pnc do TCP tão querendo ganhar território”, responde.  “Tô ligada, qual o papo deles?”, questiona a “influenciadora”. A resposta é direta: “tenta sair fora daí, vem pra Penha”.

“TCP” seria da facção Terceiro Comando Puro, pichada na casa onde Evelyn foi assassinada. A facção é rival do Comando Vermelho, que tem base no Complexo de Israel, um conjunto de cinco comunidades na zona norte do Rio de Janeiro.

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