O presidente colombiano, Abelardo De La Espriella, e o ministro da Defesa, Jorge Mora, inspecionam as 7,6 toneladas de cocaína apreendidas no porto de Cartagena, em 20 de outubro de 2026.
A operação foi realizada pela Polícia Nacional da Colômbia, em coordenação com forças de combate às drogas.
A cocaína foi encontrada escondida em um contêiner de carga no porto de Cartagena, um dos pontos de exportação mais importantes da Colômbia.
O presidente colombiano, Abelardo de la Espriella, classificou o episódio como um golpe histórico contra organizações de tráfico de drogas.
Ele afirmou que a carga apreendida seguia para os Países Baixos e que esta foi a maior apreensão de cocaína na Colômbia na última década.
Segundo os investigadores, os suspeitos tentaram ocultar a cocaína dentro de remessas legítimas para despistar as autoridades. A agência antidrogas dos Estados Unidos (DEA) também auxiliou na investigação.
As autoridades colombianas estimam que a droga apreendida valha dezenas de milhões de dólares no mercado negro internacional e que poderia ser convertida em dezenas de milhões de doses na Europa.
Os Países Baixos são considerados, há muito tempo, uma das principais portas de entrada para a cocaína proveniente da América do Sul no mercado europeu, por meio de grandes portos, como o de Roterdã.

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